Insalata

O Insalata se preocupa com preservação do meio ambiente

Todo o lixo não orgânico (metal, vidro, plástico e papel) é separado e enviado diariamente, em veículo próprio, para o posto de reciclagem. Esta atitude representa uma média de doze sacos de 100 litros, por dia, a menos nos aterros sanitários da cidade de São Paulo.

O óleo utilizado no Insalata é recolhido, enviado a indústrias ou reciclado e transformado em sabão biodegradável por uma ONG parceira. Cada litro de óleo dispensado no meio ambiente poderia contaminar 20 mil litros de água.

A madeira da construção, usada para a reforma e ampliação do restaurante, é proveniente de fontes certificadas. Os vidros têm uma película de última geração que permite a incidência de luz natural, mas bloqueia a passagem do calor, contribuindo com a economia de energia.

Para reduzir a quantidade de papel, todo o material gráfico e de papelaria do restaurante está sendo produzido em papel reciclado, composto por 75% de “aparas pré–consumo” e 25% de “aparas pós–consumo”. Esta atitude ajuda a economizar energia e água necessárias para a produção do papel.

O Insalata entende que o pouco que faz significa muito, por isso investe cada vez mais em atitudes positivas. Faça você também a sua parte. Envie uma sugestão pra o site do Insalata. O planeta agradece!

Este produto é altamente prejudicial ao meio ambiente e quando jogado na pia (rede de esgoto) causa entupimentos, havendo a necessidade do uso de produtos químicos tóxicos para a solução do problema. Um litro de óleo pode contaminar até 20.000 litros de água.

Para evitar que o óleo de cozinha usado seja lançado na rede de esgoto, várias cidades em todo o Brasil têm criado métodos de reciclagem. Diversas são as possibilidades de reciclagem do óleo de fritura, entre outras finalidades destacam-se a produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e biodiesel.

O que fazer?

1. Não jogue no ralo Estima-se que uma família descarte 1,5 litro de óleo de cozinha por mês. O primeiro passo é não jogar o óleo que você usa na cozinha pelo ralo da pia. Ele deve ser primeiro resfriado e depois guardado para a reciclagem. Para guardá-lo, use um recipiente plástico com tampa. No dia a dia, vá acrescentando o resíduo de óleo ou gordura de frituras. O ideal é não reutilizar o óleo.

2. Sem dor de estômago Se o reuso for necessário, observe se aparecem espuma e fumaça durante a fritura. A cor escura do óleo e do alimento frito, o odor e sabor não característicos são sinais de que é hora de comprar um novo. Reutilizar o óleo pode causar diarreia e outros problemas de saúde.

3. Em casa Em condomínios como o do zelador Carlos Silva, na zona sul de SP, há um sistema de coleta em parceria com cooperativas que recolhem o material. Caso seu edifício não tenha uma parceria do tipo, leve o óleo guardado a um ecoponto ou local de coleta.

4. Fora de casa Restaurantes e lanchonetes, que utilizam volumes significativos do produto, devem entrar em contato com empresas ou entidades licenciadas pelo órgão competente da área ambiental da cidade e descartar o óleo em uma bomba, cuja capacidade varia entre 50, 100 e 200 litros.

5. Cooperativas Diversas cooperativas estão cadastradas para receber o óleo usado e fazer a primeira etapa do beneficiamento. Consiste em uma filtragem para tirar os resíduos sólidos do material. O óleo é filtrado diversas vezes. Quando provém de residências, tem melhor qualidade do que quando vem de restaurantes.

6. Nas empresas O material é encaminhado a uma empresa que vai utilizá-lo para obtenção de outro produto. Primeiro, ele é novamente filtrado, depois é processado de forma a reduzir sua acidez e umidade. Isso porque a água oriunda dos alimentos produz alterações hidrolíticas – quebra ou mudança de uma substância pela ação da molécula de água.

7. Mil e uma utilidades Entre os produtos que podem ser feitos a partir de óleo reciclado estão biodiesel, massa de vidro, sabão, graxas, lubrificantes, ração animal, tintas vernizes, fertilizantes, acendedores de churrasqueira e massa asfáltica.

8. Biocombustível Mais de 50% do óleo recolhido no Brasil vai para a produção de biodiesel. Só a Petrobrás Biocombustível fica com 10% de tudo o que se recicla. A fabricação de ração animal, massa de vidro e saponáceos aparece logo atrás, nesta ordem. Hoje o óleo é o maior poluidor de águas das regiões mais populosas do Brasil.

O Brasil produz aproximadamente 800.000 toneladas de embalagens de vidro anualmente. Entretanto, apenas 27,6% (220,8 mil toneladas) de embalagens de vidro são recicladas. Deste montante, 5% é gerado por engarrafadores de bebidas, 10% por sucateiros e 0,6% oriundo de coletas promovidas pelas vidrarias. O restante, 12%, provém de refugos de vidro gerados nas fábricas. Dos outros 72,4%, parte é descartada, parte é reutilizada domesticamente e parte é retornável.

Os EUA reciclam cerca de 37% da produção, sendo que em 1993, a cidade de Nova Iorque coletou 27.000 toneladas de sucata de vidro, e esperava-se que esta quantia aumentasse para 110.000 em 1997.

O Reino Unido, por sua vez, recicla aproximadamente 27,5% da produção. É importante ressaltar que cerca de 10% do lixo doméstico destes países é composto por vidro. A média européia de reciclagem de vidro, por sua vez, é superior a 50% da produção.

O principal processo de reciclagem do vidro já é utilizado com eficiência, em escala industrial e consiste no rederretimento do mesmo e fundição do vidro reciclado.

A Maior vantagem da reciclagem do vidro é a diminuição do consumo de energia utilizada para a fundição. Existem inúmeras outras formas de reciclagem de vidro, tais como: agregados para leitos de estradas, materiais abrasivos, blocos de pavimentação, cimento a ser aplicado em encanamentos, tanques sépticos de sistemas de tratamento de esgoto, filtros, janelas, claraboias, telhas etc. Todas estas aplicações utilizam a sucata de vidro moída e/ou em cacos (o tamanho do vidro varia conforme a aplicação) adicionada em porcentagens adequadas aos elementos já constituintes.

O vidro apresenta uma altíssima taxa de reaproveitamento e reciclagem, tanto na reciclagem tradicional, quanto nas novas formas que estão sendo propostas. Sendo assim, cabe a nós o desenvolvimento de técnicas que otimizem e viabilizem cada vez mais estes processos.

A matéria prima dos plásticos é o petróleo. Diversos tipos de plásticos são utilizados em quase todos os setores da economia, tais como: construção civil, setor agrícola, indústria de calçados, móveis, alimentos, têxtil, lazer, telecomunicações, eletroeletrônicos, automobilísticos, médico-hospitalar e distribuição de energia.O setor de embalagens para alimentos e bebidas vem se destacando pela utilização crescente dos plásticos, em função de suas características, entre elas: transparência, resistência, leveza e atoxidade.

Apenas 15% dos plásticos rígidos e filme é reciclado em média no Brasil, o que equivale a 200 mil toneladas por ano. Um dos empecilhos é a grande variedade de tipos de plásticos. Uma das alternativas seria definir um tipo específico de plástico para ser coletado.

Vantagens de reciclar o plástico: A reciclagem de plásticos tem duas vantagens principais:

1) Reduzir o volume final dos resíduos

2)Economizar matéria prima e energia com a recuperação dos resíduos e sua reutilização

O plástico reciclado tem infinitas aplicações, tanto nos mercados tradicionais das resinas virgens, quanto em novos mercados, ele pode ser utilizado para fabricação de:

- garrafas e frascos, exceto para contato direto com alimentos e fármacos;

- baldes, cabides, pentes e outros artefatos produzidos pelo processo de injeção;

- “madeira – plástica”;

- cerdas, vassouras, escovas e outros produtos que sejam produzidos com fibras;

- sacolas e outros tipos de filmes;

- painéis para a construção civil.

A reciclagem do plástico exige cerca de 10% da energia utilizada no processo primário.

E o PET? O Brasil produz mais de 250 mil toneladas de plástico PET por ano. (A demanda mundial é de cerca de cinco milhões de toneladas por ano).

1 kg de garrafas PET equivale : 16 garrafas de 2.5 litros ou 20 garrafas de 2.0 litros ou 24 garrafas de 1.5 litros ou 26 garrafas de 1.0 litro ou 36 garrafas de 600 ml. (Fonte: TOMRA/LATASA – Reciclagem S.A.)

Os programas oficiais de coleta seletiva que existem em mais de 135 cidades do país recuperam por volta de 1000 toneladas por ano.

VANTAGENS DE RECICLAR O PET - Redução do volume de lixo coletado, que é removido para aterros sanitários, proporcionando melhorias sensíveis no processo de decomposição da matéria orgânica (o plástico impermeabiliza as camadas em decomposição, prejudicando a circulação de gases e líquidos);

- economia de energia elétrica e petróleo, pois a maioria dos plásticos é derivada do petróleo, e um quilo de plástico e equivale a um litro de petróleo em energia;

- geração de empregos (catadores, sucateiros, operários etc.);

- menor preço para o consumidor dos artefatos produzidos com plástico reciclado aproximadamente 30% mais baratos do que os mesmos produtos fabricados com matéria-prima virgem.

O Brasil é o segundo colocado no ranking dos países que mais reciclam o PET. (Fonte: ABIPET)

Diversos produtos podem ser produzidos a partir da reciclagem do PET, como:

Indústria automotiva e de transportes tecidos internos (estofamentos), carpetes, peças de barco;

Pisos carpetes, capachos para áreas de serviços e banheiros;

Artigos para residências enchimento para sofás e cadeiras, travesseiros, cobertores, apetes, cortinas, lonas para toldos e barracas;

Artigos industriais rolos para pintura, cordas, filtros, ferramentas de mão, mantas de impermeabilização;

Embalagens garrafas, embalagens, bandejas, fitas;

Enfeites têxteis, roupas esportivas, calçados, malas, mochilas, vestuário em geral;

Uso químico resinas alquídicas, adesivos

O metal é um dos itens mais presentes nas tarefas do dia a dia, encontrado em embalagens, fios e outros componentes metálicos de uma grande variedade de produtos. Ao ser descartado, pode passar por um processo de reciclagem que garante seu reaproveitamento na produção do metal reciclado. O metal reciclado tem praticamente todas as características do metal comum. Ele pode ser reciclado inúmeras vezes sem perder suas características e qualidade. O alumínio, por exemplo, pode ser usado sem limites. Já o aço, após ser reciclado, volta para a cadeia produtiva para ser transformado em latas e peças automotivas.

Quando reciclamos ou compramos metal reciclado estamos contribuindo com o meio ambiente, uma vez que este material deixa de ir para os aterros sanitários ou para a natureza (rios, lagos, solo, matas). A produção do metal envolve um alto consumo de energia, requer transporte de grandes volumes de minério e instalações caras, destinadas à produção em grande escala.

O alumínio é produzido pela eletrólise da alumina, obtida do minério bauxita. Aproximadamente quatro toneladas de bauxita são necessárias para a produção de uma tonelada de alumínio, que é para a produção de 60.000 latas de bebida de 33 cl. A produção de alumínio requer grande quantidade de energia: para a produção de 1 tonelada do metal, são necessários cerca de 16.000 quilowatts e o equivalente a 1,7 toneladas de petróleo. O uso de material reciclado pode economizar até 95% de energia, sem se considerar aquela consumida na coleta e separação do material usado. A reciclagem de metal também gera renda para milhares de pessoas no Brasil que atuam, principalmente, em cooperativas de catadores e recicladores de metal e outros materiais reciclados.

Uma das etapas mais importantes no processo de reciclagem de metal é a separação e coleta seletiva do mesmo. Na primeira fase do processo de reciclagem de metal, estes são separados por tipos e características. Desta forma, alumínio, cobre, aço e ferro passam por processos de reciclagem diferentes.

Tipos de metais recicláveis - latas de alumínio (refrigerante, cerveja, etc) e aço (latas de sardinha, molhos, óleo, etc);

- arames, pregos, parafusos;

- fios de metal;

- ampas de metal;

- tubos de pasta;

- panelas sem cabo;

- arames;

- chapas de metal;

- objetos de alumínio (janelas, portas, portões, etc);

- fios e objetos de cobre;

- ferragens;

- canos de metal;

- molduras de quadros;

- tampinhas de garrafa;

- tampas metálicas de potes de iogurtes, margarinas, queijos, etc;

- papel alumínio.

A reciclagem do papel é tão importante quanto sua fabricação. Mesmo com políticas de reflorestamento e com a maior conscientização da sociedade, a matéria prima para produção de papel está cada vez mais escassa. Acreditava-se que o uso de computadores diminuiria o uso de papel, principalmente na indústria e nos escritórios, mas isso não ocorreu e o consumo de papel nas duas últimas décadas do século XX foi recorde.

Para fabricar uma tonelada de papel, a partir de papel usado, o consumo de água é muitas vezes menor e o consumo de energia é cerca da metade. Economizam-se no processo, 2,5 barris de petróleo, 98 mil litros de água e 2.500 kw/h de energia elétrica.

Vantagens de Reciclar Papel:

Redução dos custos das matérias-primas: a pasta de aparas é mais barata que a celulose de primeira.

Economia de Recursos Naturais

Madeira: Uma tonelada de aparas pode substituir de 2 a 4m³ de madeira. (o que reflete em uma nova vida útil para de 15 a 30 árvores, dependendo do papel a ser produzido).

Água: São necessários apenas 2.000 litros de água para a fabricação de uma tonelada de papel reciclado, contra até 100.000 litros no processo tradicional.

Energia: Em média, economiza-se metade da energia, podendo-se chegar a 80% de economia quando se comparam papéis reciclados simples com papéis virgens feitos com pasta de refinador.

Redução da Poluição: Teoricamente, as fábricas recicladoras podem funcionar sem impactos ambientais, pois a fase crítica de produção de celulose já foi feita anteriormente. Porém as indústrias brasileiras, sendo de pequeno porte e competindo com grandes indústrias, às vezes subsidiadas, não fazem muitos investimentos em controle ambiental.

Criação de Empregos: estima-se que, ao reciclar papéis, sejam criados cinco vezes mais empregos do que na produção do papel de celulose virgem e dez vezes mais empregos do que na coleta e destinação final de lixo.

Redução da “conta do lixo”: o Brasil, no entanto, só recicla 30% do seu consumo de papéis, papelões e cartões.

O papel reciclado pode ser aplicado em caixas de papelão, sacolas, embalagens para ovos, bandejas para frutas, papel higiênico, cadernos e livros, material de escritório, envelopes, papel para impressão, entre outros usos.

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